Ultimamente tenho sentido necessidade de escrever. Reservo também aqui, um espaço para mim, para a minha escrita, para os meus desassosegos e renovações de energia. É verdade que sinto cada vez mais a falta de lealdade, da firmeza das palavras e da sinceridade de sentimentos. Com o passar do tempo tenho, claro e também com a experiência, me apercebido que nós não podemos ser só mais uns. Não nos podemos deixar generalizar pelos outros, com os outros, em prol dos outros. Temos sempre que assumir-nos, como somos. Não deixar que nos ultrapassem com o intuito de nos deixar para trás. Veremos sempre a vitória dos outros, como pequenas vitórias nossas. Não podemos viver tudo intensamente, tudo que não é nosso. Seremos pequenos detalhes dessas vitórias, talvez, em algumas das vezes, seremos também importantes detalhes. Mas, adiante.
[O post a seguir ficou "esquecido" em rascunho, mas como nada com esta dimensão deve ser guardado, pelo contrário, deve ser lido e relido, fica aqui o meu balanço na altura da polémica que o meu clube atravessou e ainda atravessa. Só para os que quiserem ler. Os demais passem à frente, com o devido respeito.] Inevitavelmente, vou ter que falar-vos do amor que tenho por este clube. Pelo amor e pelo turbilhão de emoções que estão a flor da pele neste momento. Depois de semana terrível para a história do meu clube... o desfecho foi este, não ganhamos a Taça. Não ganhamos mas chegamos até lá. Não ganhamos porque alguma das duas equipas teria que perder. Sim, preferia "trazer a taça para casa", mas os adeptos do Aves também pensavam no mesmo que eu. Mas pior, o meu coração está apertadinho, tão apertadinho que duvido senti-lo nos próximos dias. Como é que adeptos do meu clube insultam os nossos jogadores? Como é que põe tudo em caus a por uma taça? Desde que ...
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